tido não como uma experiência passageira, mas, como uma presença permanente. Na linguagem dos que crêem em Deus é "Conhecer Deus", não como algo externo a nós, mas sim, como a nossa essência mais profunda. A verdadeira plenitude consiste em conhecermos a nós mesmos como parte inseparável da "Vida Única", livre do tempo e da forma, onde tudo que existe se origina. A verdadeira salvação é um estado de plenitude e liberdade - do medo, do ofrimento, da sensação de insuficiência e da falta de alguma coisa e, portanto, de todos os desejos, necessidades, cobiça e dependência. É preciso se libertar dos pensamentos compulsivos, da negatividade e, mais que tudo, do passado e do futuro, como uma necessidade psicológica. A nossa mente diz : Do jeito que as coisas estão não vamos conseguir chegar lá. Tem que acontecer alguma coisa, ou nos tornar isso ou aquilo. A mente está dizendo que precisamos de tempo, que precisamos encontrar algo, negociar, fazer, conseguir, adquirir, ou, nos tornar alguém, para que possamos nos sentir livres e satisfeitos. Vemos o tempo como o meio de salvação, quando, na realidade ele é o grande obstáculo para alcançar a plenitude. A imaginação nos diz que não podemos chegar onde queremos a partir do ponto onde nos encontramos, ou de quem somos, nesse momento. Tudo isso ocorre por nos sentirmos ainda imcompletos e, não bom, o bastante. Na verdade o aqui e agora é o único ponto de partida que dispusemos para poder chegar lá. Chegaremos lá quando percebermos que já estamos lá. Encontramos Deus, quando descobrimos que não precisamos procurar Deus. Nossa mente é uma ferramenta, um instrumento, ela existe para ser usada numa tarefa específica e depois ser deixada de lado... O pensamento compulsivo é na realidade um vício. O que na verdade caracteriza o vício? Simplesmente não ter mais opção de parar. O vício parece ser mais forte que nós, ele proporciona uma falsa sensação de prazer, um prazer que, quase sempre se transforma em sofrimento.
domingo, 14 de fevereiro de 2010
Invisível Tempo Psicológico.
A criatura humana vive constantemente em busca de uma existência plena de vida. Para que isso seja possível, ela precisa entender sua independência à tudo que está fora dela, sabendo que tudo que ela deseja, já existe dentro dela, bastando sentir dentro de sí o bem que não há opositores. É ser quem somos, sentindo que a alegria do ser independe de tudo que esteja fora dele. Isso deve ser sen
tido não como uma experiência passageira, mas, como uma presença permanente. Na linguagem dos que crêem em Deus é "Conhecer Deus", não como algo externo a nós, mas sim, como a nossa essência mais profunda. A verdadeira plenitude consiste em conhecermos a nós mesmos como parte inseparável da "Vida Única", livre do tempo e da forma, onde tudo que existe se origina. A verdadeira salvação é um estado de plenitude e liberdade - do medo, do ofrimento, da sensação de insuficiência e da falta de alguma coisa e, portanto, de todos os desejos, necessidades, cobiça e dependência. É preciso se libertar dos pensamentos compulsivos, da negatividade e, mais que tudo, do passado e do futuro, como uma necessidade psicológica. A nossa mente diz : Do jeito que as coisas estão não vamos conseguir chegar lá. Tem que acontecer alguma coisa, ou nos tornar isso ou aquilo. A mente está dizendo que precisamos de tempo, que precisamos encontrar algo, negociar, fazer, conseguir, adquirir, ou, nos tornar alguém, para que possamos nos sentir livres e satisfeitos. Vemos o tempo como o meio de salvação, quando, na realidade ele é o grande obstáculo para alcançar a plenitude. A imaginação nos diz que não podemos chegar onde queremos a partir do ponto onde nos encontramos, ou de quem somos, nesse momento. Tudo isso ocorre por nos sentirmos ainda imcompletos e, não bom, o bastante. Na verdade o aqui e agora é o único ponto de partida que dispusemos para poder chegar lá. Chegaremos lá quando percebermos que já estamos lá. Encontramos Deus, quando descobrimos que não precisamos procurar Deus. Nossa mente é uma ferramenta, um instrumento, ela existe para ser usada numa tarefa específica e depois ser deixada de lado... O pensamento compulsivo é na realidade um vício. O que na verdade caracteriza o vício? Simplesmente não ter mais opção de parar. O vício parece ser mais forte que nós, ele proporciona uma falsa sensação de prazer, um prazer que, quase sempre se transforma em sofrimento.
tido não como uma experiência passageira, mas, como uma presença permanente. Na linguagem dos que crêem em Deus é "Conhecer Deus", não como algo externo a nós, mas sim, como a nossa essência mais profunda. A verdadeira plenitude consiste em conhecermos a nós mesmos como parte inseparável da "Vida Única", livre do tempo e da forma, onde tudo que existe se origina. A verdadeira salvação é um estado de plenitude e liberdade - do medo, do ofrimento, da sensação de insuficiência e da falta de alguma coisa e, portanto, de todos os desejos, necessidades, cobiça e dependência. É preciso se libertar dos pensamentos compulsivos, da negatividade e, mais que tudo, do passado e do futuro, como uma necessidade psicológica. A nossa mente diz : Do jeito que as coisas estão não vamos conseguir chegar lá. Tem que acontecer alguma coisa, ou nos tornar isso ou aquilo. A mente está dizendo que precisamos de tempo, que precisamos encontrar algo, negociar, fazer, conseguir, adquirir, ou, nos tornar alguém, para que possamos nos sentir livres e satisfeitos. Vemos o tempo como o meio de salvação, quando, na realidade ele é o grande obstáculo para alcançar a plenitude. A imaginação nos diz que não podemos chegar onde queremos a partir do ponto onde nos encontramos, ou de quem somos, nesse momento. Tudo isso ocorre por nos sentirmos ainda imcompletos e, não bom, o bastante. Na verdade o aqui e agora é o único ponto de partida que dispusemos para poder chegar lá. Chegaremos lá quando percebermos que já estamos lá. Encontramos Deus, quando descobrimos que não precisamos procurar Deus. Nossa mente é uma ferramenta, um instrumento, ela existe para ser usada numa tarefa específica e depois ser deixada de lado... O pensamento compulsivo é na realidade um vício. O que na verdade caracteriza o vício? Simplesmente não ter mais opção de parar. O vício parece ser mais forte que nós, ele proporciona uma falsa sensação de prazer, um prazer que, quase sempre se transforma em sofrimento.
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário